DEMOCRACIA,CIDADANIA,OPINIÃO (DECIDO) Por vezes desfraldamos bandeiras, erguemos os braços no ar, cantamos vitória...Agimos, manifestamos e celebramos!Esta é uma das muitas vantagens que a Democracia nos oferece, sejamos generosos, alimentemos a DEMOCRACIA com CIDADANIA, construamos a nossa OPINIÂO e PARTICIPEMOS.... Tudo isto porque: "A DEMOCRACIA SOMOS NÓS!"
23.11.05
Perigosos Sinais
Um Presidente da Républica deve mobilizar os Portueses e tem o direito/dever de emitir a sua opinião.
Numa situação referendária, como a Regionalização, onde se definem alterações orgânicas no funcionamento/aprofundamento da democracia a falta de opinião de um PR é um sinal perigoso, muito em especial quando o argumento é “não influenciar as pessoas” , a não ser que a sua opinião seja meramente de interesses e não de convicções.
Cavaco Silva ou não pensa, ou tem medo (nesta fase de campanha) de dizer o que pensa. Porque ele quer que os Portugueses não recordem (vivam adormecidos) o que foi o Cavaquismo e o que é efectivamente Cavaco Silva.
22.11.05
Vá ter com ele à Pousada...

E ele foi....
6.11.05
27.10.05
Relembrando Palavras
26.10.05
21.10.05
Rodagem até Belém

"Passado este período eleitoral autárquico, chegou o momento que todos aguardam saber se, afinal, o homem que marcou parte de uma geração e de muitas juventudes, pelos piores motivos (ou não pelos melhores motivos), vai ser ou não candidato a presidente da República.
Nada de novo, afinal. Porém, desta vez, o dito senhor não irá certamente fazer a rodagem do carro até Belém e sair de lá presidente da República.
Recordam-se deste homem que, depois de dez anos como primeiro-ministro, saiu num tabu com o país e com o seu partido? E que voltou meses depois, novamente em forma de tabu e nada disse. E que logo de seguida perdeu.
Dez anos volvidos de muito silêncio e isolacionismo, este "académico" vai buscar a sua característica mais conhecida - o silêncio -, para se "mostrar" novamente aos portugueses. De mansinho, sem fazer ondas, vai-se instalando, sem que ninguém saiba o que sente ou pensa dos múltiplos problemas concretos que Portugal atravessa.
A última vez que em Portugal alguém apareceu assim, também chegou de mansinho, igualmente com uma imagem de grande profissional e académico (mas sem uma única exteriorização pública de posição alguma) e, quando demos por ele, ficou a "reinar" até cair da cadeira.
Este "novo" homem, ora recuperado, recebeu camiões diários de ECU e, mesmo assim, não deu um novo rumo ao país. Que, com mais camiões ainda, encontrou forma de deixar milhares e milhares de trabalhadores precários a manter o funcionamento do Estado português.
Foi ele que assegurou que, desse por onde desse, todos pagariam a sua educação e quem protestasse seria violentamente reprimido. Que assegurou que a Segurança Social pública não tinha sentido e, por isso, mais valia um sistema privado de protecção social como o dos Estados Unidos, em que a pobreza existe, mas não se vê (excepto quando há furacões!). Foi ele que travou o descontentamento de polícias com canhões de pressão de água e gás lacrimogéneo. Foi aquele que não quis saber da Imprensa, pois esta não diz a verdade e não lhe merece respeito. Foi aquele que não quis saber do Mundo, pois nunca se engana e raramente tem dúvidas.
Este homem procurou criar uma sociedade e uma geração que fosse egoisticamente competitiva e não saudavelmente cooperativa e progressista.
O homem que não chegou a dizer que Portugal está orgulhosamente só, mas não defendeu a entrada de Portugal na CEE. O homem que defendeu que cada um de nós é um número (a mais ou a menos) e que é individualmente que temos de tratar da nossa vidinha e esquecer os outros, pois só empatam!
Este homem quer agora pôr o país em suspense, à espera que ele seja o D. Sebastião, o salvador da Pátria. Ou mesmo à espera que ele seja o Príncipe Perfeito. Este homem quer que esqueçamos aquilo que todos conhecemos, mas de que poucos já se lembram e que, com aquilo que ninguém ouviu da sua boca, o declarem líder salvador de Portugal.
Líderes como o JFK, W. Churchill, Nelson Mandela, F. Mitterrand são líderes que se comprometem. Líderes que lutam por aquilo que acreditam e que combatem aquilo em que não acreditam. Com líderes como estes, o povo sai à rua por eles, abraça com eles as suas causas. Estes são líderes democráticos. Os líderes democráticos ouvem o povo e procuram que este acredite neles e os siga, não promovem um seguidismo cego ou mesmo despido de cor, brilho ou ideal.
Os líderes democráticos esperam que, se for caso disso, o povo lhes diga que "o rei vai nu", (!) e que eles possam refutar dizendo e descrevendo as suas pomposas vestes.
Ao contrário destas grandes figuras internacionais, que "novo" homem é este, tão perfeito, que se alguém lhe disser que "vai nu" ninguém consegue sequer imaginar como vai descrever as suas vestes.
As vestes são claras autoritarismo e arrogância de quem não quer discutir com o povo. O lobo vestido de cordeiro!
Professor Cavaco Silva, por uma vez, mostre-se para que todos o possam ver!"
Jamila Madeira in JN 19/10/2005
20.10.05
Elementar caro Anibal
3.10.05
A JS sem medo !

JS lança livro negro sobre Isaltino
O «Livro Negro do Verbo Isaltinar», apresentado pela Juventude Socialista de Oeiras, frente ao edifício dos Paços do Concelho de Oeiras, pretende, segundo estes jovens socialistas, «impedir qualquer branqueamento da história, muitas vezes possível através da propaganda populista, reunindo um conjunto de notícias, que são do conhecimento público». Estas notícias foram publicadas em diversos jornais e são, segundo a JS, «relativas a situações pouco transparentes protagonizadas pelo ex-Presidente da Câmara Municipal de Oeiras e actual candidato independente».
24.9.05
Apenas uma pergunta
Eu que de politicas sei pouco, vejo aqui muita politiquice!
23.9.05
“Pedro Santana Lopes vai passar a receber já a partir do mês de Outubro uma pensão da Caixa Geral de Aposentações no valor de 3 178,47 euros por mês como presidente de câmara. Aos 49 anos, o ex-líder do PSD vai assim beneficiar do regime especial de reforma, que permite que alguém que exerça funções no poder local, possa aposentar-se com 30 anos de descontos, independentemente da idade.
No entanto, o tempo de serviço dos presidentes de câmara, pela lei actual, segundo explicou ao CM Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios, conta a dobrar a partir do sexto ano de mandato. Sendo assim, feitas as contas, Santana Lopes tem cerca de 14 anos de exercício de poder local.” in Correio da Manhã
9.9.05
Logo de uma boa iniciativa que visa uma maior facilidade para que os jovens adiram à J.S., poderemos, com os actuais dirigentes, passar para um instrumento de poder em época eleitoral ao qual só eles poderão ter acesso.
Quem me garante que as listagens enviadas para as concelhias e federações já incluem os militantes inscritos pela internet??
3.9.05
29.8.05
Eutanásia

Uma das partes mais nobres e importantes da Constituição é o seu Título II -Direitos,Liberdades e Garantias.
TÍTULO II
Direitos, liberdades e garantias
CAPÍTULO I
Direitos, liberdades e garantias pessoais
Artigo 24.º(Direito à vida)
1. A vida humana é inviolável.
2. Em caso algum haverá pena de morte.
Artigo 25.º(Direito à integridade pessoal)
1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.
2. Ninguém pode ser submetido a tortura, nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanos.
A vida Humana é salvaguardada mas e a morte? O direito à morte? Se temos direito a exigir qualidade de vida não teremos direito a exigir qualidade de morte?
Não quero sugerir a ideia de morrer quando se quer, porque ninguém nasce quando quer, mas sim a ideia de que podermos decidir a forma de morre quando o sofrimento é uma constante fisica e psicologica.
Falo-vos da Eutanásia.
A palavra eutanásia tem origem no vocábulo grego, formado de "eu" que significa a boa e "thanatos" que significa morte, resultado de tal expressão: "boa morte" ou "morte piedosa, serena". E não é isto que todos queremos, já que ninguém consegue evitar o inevitável?
A Cosntituição fala em tratos degradantes relativos à integridade pessoal. Pergunto-vos: a integridade pessoal está aqui relacionada com a interferência de terceiros...mas as doenças não podem ser vistas como terceiros para cada um de nós?
A morte pode ser degradante e ainda que natural ao ser vivo, pode ser desumana, na justa medida do sofrimento que causa.
E tudo isso pode ser evitado, porque há meios para ajudar as pessoas que conscientemente (e sublinho conscientemente) peçam a eutanásia, uma morte voluntária, consciente e eficaz!
Eu poderia falar agora na morte assistida, em que, sob olhar atento de um médico, os actos de reanimação não são feitos e os processos de medicação são gradualmente retirados ao doente até que este sofra um colapso fisico sem dor...
Sem dúvida que esta é uma optima solução, mas isto só poderá ser feito em casos de morte inevitáveis... mas e os casos de pessoas que ficam acamadas anos e anos e que se mantêm perfeitamnte lúcidas e conscientes do seu estado? Que resposta dar a esses casos qeu sobrevivem graças a máquinas?
Viver dessa forma não é degradante??
Afinal a quem devemos a vida, não é a nós mesmos? (Não quero entrar em religiões, falo de forma geral.) A quem devemos as escolhas? As acções? A morte? Quem sai prejudicado ou beneficiado?
Relembro, que deve ser uam decisão tomada de forma consciente pelo doente, nunca deixada em testamento, sempre acompanhada por psicologos e médicos assistentes.
Que me têm a dizer?
27.8.05
Férias
23.8.05
SALVATERRA NO MAPA

Salvaterra está hoje no Mapa de Portugal pela negativa.
O Nuno lutou durante anos contra esta situação e hoje é o rosto principal desta luta e a alternativa que Salvaterra tanto precisa.
Reparemos ainda na vontade da Juventude de Salvaterra, onde a lista do PS é o exemplo do que é a vontade da Juventude, numa terra onde as oportunidades escasseiam e as oportunidades passam muito ao lado. A abnegação da vida pessoal destes jovens em deterimento do desenvolvimento de Salvaterra é de louvar.
Parabéns a todos e que a Vitória sorria ao Vosso Concelho com a Vossa Eleição.
A ti Nuno, para quem os principios de solidariedade e fraternidade são uma constante da tua Vida e que farás deles uma constante na tua Presidência...Até à Vitória!
Candidatos à Câmara Municipal
Nuno Mário da Fonseca Oliveira Antão, 30 anos, Deputado
Bernardo Maria Pina Botelho Moniz, 27 anos, Economista
Marco Paulo de Oliveira Monteiro Cristóvão, 29 anos, Economista
Patrícia Soares Cavaleiro Silva, 30 anos, Jurista
Ana Rita Caniço Cruz, 21 anos, Estudante
Marta Sofia dos Santos Diogo, 21 anos, Enfermeira
Ana Margarida Oliveira Sardinheiro, 30 anos, Empregada de Comércio
Américo José Gonçalves Roma, 33 anos, Agente de Seguros
Carlos Manuel Silva Moço, 40 anos, Pedreiro
Ana Cristina Branco Constantino, 37 anos, Empresária
20.8.05
18.8.05
Comentadores

Editorial
COMENTADORES
A nomeação do ex-ministro do Desporto e da Juventude, Armando Vara, para a Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem feito correr muita tinta. Desde Marcelo Rebelo de Sousa a Honório Novo, poucos são os comentadores televisivos ou de imprensa que têm resistido a abordar a ascensão de Armando Vara na hierarquia da CGD.Por cá, na Imprensa Regional, o assunto até tem passado despercebido, tal é a avalanche de informação nos “media” de projecção nacional.
Aos microfones da RTP, Marcelo pôs em causa o facto de um funcionário da agência da Caixa de Mogadouro ter chegado à Administração, enquanto o deputado do PCP, Honório Novo, alinhou pela mesma bitola, mas num artigo assinado no Jornal de Notícias.Então para Marcelo Rebelo de Sousa e para Honório Novo a passagem de Armando Vara pelos cargos de secretário de Estado da Administração Interna, de ministro-adjunto do primeiro-ministro e de ministro do Desporto e da Juventude (numa altura decisiva da candidatura ao Euro 2004) não representa nada?
As funções governativas não acrescentaram nada ao currículo do ex-deputado por Bragança e, agora candidato do PS à Assembleia Municipal de Vinhais?
Mas, Marcelo e Honório Novo são, apenas, alguns dos comentadores que passaram por cima do desempenho político de Armando Vara e se apressaram a condenar a sua nomeação. Se o escolhido fosse outra pessoa qualquer, acabada de sair da Faculdade e nascido num berço de ouro de Lisboa, ninguém estranharia.
Mas, como este não é perfil que encaixe na figura de Armando Vara, a nomeação continua a dar que falar. É que, ainda por cima, o novo administrador da CGD é do concelho de Vinhais, coisa impensável aos olhos de alguns comentadores, pouco dados a olhar para lá da cintura da Grande Lisboa.
Impávido e sereno, Armando Vara prefere não reagir. A melhor resposta, de facto, passa pela realização de um bom trabalho na CGD, mostrando aos mais incrédulos que, aquilo que muitos apelidam de favor político, chama-se mérito e capacidade de trabalho.











