DEMOCRACIA,CIDADANIA,OPINIÃO (DECIDO) Por vezes desfraldamos bandeiras, erguemos os braços no ar, cantamos vitória...Agimos, manifestamos e celebramos!Esta é uma das muitas vantagens que a Democracia nos oferece, sejamos generosos, alimentemos a DEMOCRACIA com CIDADANIA, construamos a nossa OPINIÂO e PARTICIPEMOS.... Tudo isto porque: "A DEMOCRACIA SOMOS NÓS!"
2.1.06
Ao Nuno Pereira
Este blog entra no seu terceiro ano civil e a sua maturidade exerce-se pela responsabilidade democrática, pela liberdade de pensamento e acima de tudo pelo sentido de responsabilidade, que felizmente nos acompanha e que a todos deveria acompanhar.
Mas depois de ler estas palavras não posso deixá-las passar em claro, por variadissimas razões.
O meu AMIGO e CAMARADA Nuno Pereira é das pessoas a quem a JS mais deve nos últimos anos. Não foi nem nunca elevou a ambição pessoal (legitima) acima dos interesses da nossa estrutura. Sempre teve e tem a clara noção de que a estrutura é feita pelos militantes e que os seus dirigentes devem, humildemente servir e ser a voz de milhares de Jovens Socialistas. Foi isto que me habituei a ver na acção e no pensamento do Nuno.
Fui, durante dois anos companheiro do Nuno na direcção Nacional (de saudosa memória) da Jamila Madeira, vi o Nuno passar noites em branco, nas reuniões, nos acampamentos Nacionais (lembram-se?) onde nos proporcionava os prazeres do seu grande sonho que é o desporto.
Nos fóruns temáticos onde se juntavam os militantes para ensinar, aprender e serem voz activa na participação da JS por um Portugal melhor. Aí...o Nuno esteve sempre lá!De Vinhais a Tavira, passando inevitavelmente por Alcobaça onde lançou pedras fundamentais para a alteração da Lei de Bases do Desporto e que felizmente este Governo abraçou no seu programa. No seu pelouro e onde fosse preciso, do primeiro ao último dia...Na campanha das Europeias, onde o viveu como muitos dos que liderou nessa tournée nacional momentos de grande desgaste fisico e emocional.
O Nuno é hoje incontornável na História da JS. Não é nem ambiciona ser um dinossauro nesta estrutura mas terá, por direito próprio e por vontade de muitos uma voz activa no futuro que a JS construiráo a partir de 2006.
Um Bom Ano para TI e para Todos!
15.12.05
Pela Mesma Razão de Sempre - PORTUGAL
Quem viu no olhar do povotodos os mares que se inventaram
quem deu os passos certos
na hora mais incerta,
quem sempre nos deu voz
e nunca foi calado
quem soube ser como nós
e sempre esteve ao nosso lado
e sempre resistiu
e sempre enfrentou
quem nos quis roubar
a liberdade
refrão
com os que partem, com os que voltam,
com os que sempre aqui estiveram,
pela mesma razão de sempre:
com os que partem, com os que voltam,
com os que sempre aqui estiveram,
pela mesma razão de sempre:
quem sempre aqui esteve
e sempre aqui se fez ouvir
quem sempre nos deu força
sem nunca desistir
quem sempre nos deu voz
e nunca foi calado
quem soube ser como nós
e sempre esteve ao nosso lado
e sempre acreditou
e sempre soube unir
para conquistar
a liberdade
refrão
com os que partem, com os que voltam,
com os que sempre aqui estiveram,
pela mesma razão de sempre:
com os que partem, com os que voltam,
com os que sempre aqui estiveram,
pela mesma razão de sempre:
Portugal.
13.12.05
O EXTERMINADOR IMPLACÁVEL...

O Exterminador Implacável... do Cinema para a Realidade.
Infelizmente temos situações destas. Quando a ficção se torna realidade.
Schwartznegger, Governador da Califórnia é hoje reponsável por um crime fora das telas.
Nas suas mãos estava a possibilidade de indultar um condenado à morte e não o fez, sujando de sangue as suas próprias mãos e convertendo-se mais uma vez, naquilo a que chamo Assassino Legal.
O Homem hoje executado foi fundador dos Gangs de de Rua de Los Angeles e acusado de assassinar quatro pessoas.
O condenado, Williams, sempre negou a autoria dos crimes. Já no corredor da morte torna-se um importante defensor e difusor da não violência, chegando mesmo a escrever livros para crianças e chegou mesmo a ser indicado para Prémio Nobel da Paz.
Schwartznegger, o Herói do Cinema torna-se assim no Vilão da Realidade...
Schwartznegger...o Assassino Legal.
12.12.05
Recordar a Herança Cavaquista
A Assembleia Constituinte em 1975, construiu uma árvore de organização do estado que, genericamente, se mantém até hoje. Ao poder local, constitucionalmente consagrado através das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, foi-lhe dada a possibilidade de construir governos locais não-dependentes do poder central; eleito num acto próprio, financeiramente independente e com políticas definidas localmente. Mais próximos das populações em geral, entendia-se que os autarcas poderiam responder melhor às exigências locais das populações e envolver o povo (na altura dizia-se assim...), nas decisões estruturantes do sítio no qual vivia. Mas a Cavaco essa coisa "do povo decidir" sempre lhe fez confusão e com a sua necessidade de secar quem lhe está à volta, em 1987 (DL 384-87 - Regime dos Contratos - Programa de Cooperação entre a Administração Central e Local) e 1988 (DL 363-88 - Condições de Concessão de Auxílio Financeiro às Autarquias Locais), fez aprovar na Assembleia da República um regime jurídico de financiamento das autarquias que as castrou da independência financeira necessária.Ora estas leis não tolhendo directamente os direitos constitucionais, diminuiram substancialmente as verbas do Estado para as autarquias, instituindo um poder local totalmente dependente dos licenciamentos. De uma forma ainda mais clara, estas leis fizeram com que os elencos camarários sejam obrigados a promover os licenciamentos de novas construções para deste modo conseguirem pagar as despesas de funcionamento interno das Câmaras.Foram estas leis de Cavaco, que construiram e continuam a construir o território nacional, mais do que qualquer regulamento, plano ou documento na área do Ordenamento do Território. A partir de 1988, na primeira vaga de Planos Director Municipal, constata-se que todos os concelhos têm espectativas de aumentar os seus índices de construção e, designadamente de habitação. Sucede o patético; os planos passam a prever um Portugal para 60 milhões de habitantes.Cavaco não precisava de ter a maioria dos concelhos nas mãos, pois entregava-os às construtoras, imobiliárias e aos grandes grupos económicos.
in http://cavacoforabelem.blogspot.com/
4.12.05
O bicho papão
Um dia estes meninos decidiram brincar aos chefes, mas cada um deles queria ser o chefe principal, aquele que mandava nos outros chefinhos todos, e então começaram a ficar todos muito irritados, porque nenhum deles deixava o outro ser o chefe.
Então tiveram uma ideia, cada um deles iria dizer porque deveria ser chefe:
O menino Francisco começou a dizer que ele é que deveria ser o chefe, porque só ele iria deixar os outros serem felizes: "Vocês vão puder ler muito e conversar. Vou deixar-vos dizer tudo o que pensam e até podem fazer o que vos der na real gana, desde que não prejudiquem os outros.".
O menino Jerónimo disse: "Eu deveria ser chefe, porque comigo não há chefes!"
Os outros ficaram admirados: "Não há chefe? Então porque queres ser chefe?"
O Jerónimo respondeu: "Eu seria chefe para garantir que ninguém era mais chefe do que o outro! Comigo sentavamo-nos todos em volta da fogueira e cantavamos e decidiamos em conjunto o que fazer! Comigo é assim: todos unidos!!!"
O menino Manuel não ficou convencido e disse:
"Regresso
E contudo perdendo-te encontraste.
E nem deuses nem monstros nem tiranos
te puderam deter. A mim os oceanos.
E foste. E aproximaste.
Antes de ti o mar era mistério.
Tu mostraste que o mar era só mar.
Maior do que qualquer império
foi a aventura de partir e de chegar.
Mas já no mar quem fomos é estrangeiro
e já em Portugal estrangeiros somos.
Se em cada um de nós há ainda um marinheiro
vamos achar em Portugal quem nunca fomos.
De Calicute até Lisboa sobre o sal
e o Tempo. Porque é tempo de voltar
e de voltando achar em Portugal
esse país que se perdeu de mar em mar."
Então o menino Mário disse: "Ó "Manel" eu já ando cá há muito tempo não tenho tempo para isso. Sou o mais velho e por isso já tou habituado a orientar as nossas brincadeiras, por isso eu é que devo ser o chefe. Além disso, e por causa disso, sou o que tem mais conhecimentos e sei fazer as coisas!"
Depois de cada um ter dito porque deveria ser chefe, não chegaram a conclusão nenhuma, e começaram a barafustar cada um para seu lado, em monossílabos, gestos e acenos de contradição. De vez em quando um exaltava-se e outro respondia. Amuados seguiram juntos, (mas distantes o suficiente para não se tocarem) para casa.
Pelo caminho ouviram uma voz, calma e segura,
-"Quem és tu voz?" - perguntou o menino Mário
E todos tiveram medo quando ela lhes disse:
-"Nem vos vou dar Cavaco!"
28.11.05
CAVACO O SÁBIO...
26.11.05
E foi há 30 anos atrás, que os outros que também se intitulavam a "esquerda à esquerda" do P.S., quase causavam um dos maiores "banhos de sangue", a que Portugal jamais assistiu.
Reza a história do Mundo, que estas opções por extremos nunca se revelaram benéficas para ninguém, pena que com tantos exemplos, ainda existam pessoas com tanta dificuldade em discernir o certo do errado...
23.11.05
Perigosos Sinais
Um Presidente da Républica deve mobilizar os Portueses e tem o direito/dever de emitir a sua opinião.
Numa situação referendária, como a Regionalização, onde se definem alterações orgânicas no funcionamento/aprofundamento da democracia a falta de opinião de um PR é um sinal perigoso, muito em especial quando o argumento é “não influenciar as pessoas” , a não ser que a sua opinião seja meramente de interesses e não de convicções.
Cavaco Silva ou não pensa, ou tem medo (nesta fase de campanha) de dizer o que pensa. Porque ele quer que os Portugueses não recordem (vivam adormecidos) o que foi o Cavaquismo e o que é efectivamente Cavaco Silva.
22.11.05
Vá ter com ele à Pousada...

E ele foi....
6.11.05
27.10.05
Relembrando Palavras
26.10.05
21.10.05
Rodagem até Belém

"Passado este período eleitoral autárquico, chegou o momento que todos aguardam saber se, afinal, o homem que marcou parte de uma geração e de muitas juventudes, pelos piores motivos (ou não pelos melhores motivos), vai ser ou não candidato a presidente da República.
Nada de novo, afinal. Porém, desta vez, o dito senhor não irá certamente fazer a rodagem do carro até Belém e sair de lá presidente da República.
Recordam-se deste homem que, depois de dez anos como primeiro-ministro, saiu num tabu com o país e com o seu partido? E que voltou meses depois, novamente em forma de tabu e nada disse. E que logo de seguida perdeu.
Dez anos volvidos de muito silêncio e isolacionismo, este "académico" vai buscar a sua característica mais conhecida - o silêncio -, para se "mostrar" novamente aos portugueses. De mansinho, sem fazer ondas, vai-se instalando, sem que ninguém saiba o que sente ou pensa dos múltiplos problemas concretos que Portugal atravessa.
A última vez que em Portugal alguém apareceu assim, também chegou de mansinho, igualmente com uma imagem de grande profissional e académico (mas sem uma única exteriorização pública de posição alguma) e, quando demos por ele, ficou a "reinar" até cair da cadeira.
Este "novo" homem, ora recuperado, recebeu camiões diários de ECU e, mesmo assim, não deu um novo rumo ao país. Que, com mais camiões ainda, encontrou forma de deixar milhares e milhares de trabalhadores precários a manter o funcionamento do Estado português.
Foi ele que assegurou que, desse por onde desse, todos pagariam a sua educação e quem protestasse seria violentamente reprimido. Que assegurou que a Segurança Social pública não tinha sentido e, por isso, mais valia um sistema privado de protecção social como o dos Estados Unidos, em que a pobreza existe, mas não se vê (excepto quando há furacões!). Foi ele que travou o descontentamento de polícias com canhões de pressão de água e gás lacrimogéneo. Foi aquele que não quis saber da Imprensa, pois esta não diz a verdade e não lhe merece respeito. Foi aquele que não quis saber do Mundo, pois nunca se engana e raramente tem dúvidas.
Este homem procurou criar uma sociedade e uma geração que fosse egoisticamente competitiva e não saudavelmente cooperativa e progressista.
O homem que não chegou a dizer que Portugal está orgulhosamente só, mas não defendeu a entrada de Portugal na CEE. O homem que defendeu que cada um de nós é um número (a mais ou a menos) e que é individualmente que temos de tratar da nossa vidinha e esquecer os outros, pois só empatam!
Este homem quer agora pôr o país em suspense, à espera que ele seja o D. Sebastião, o salvador da Pátria. Ou mesmo à espera que ele seja o Príncipe Perfeito. Este homem quer que esqueçamos aquilo que todos conhecemos, mas de que poucos já se lembram e que, com aquilo que ninguém ouviu da sua boca, o declarem líder salvador de Portugal.
Líderes como o JFK, W. Churchill, Nelson Mandela, F. Mitterrand são líderes que se comprometem. Líderes que lutam por aquilo que acreditam e que combatem aquilo em que não acreditam. Com líderes como estes, o povo sai à rua por eles, abraça com eles as suas causas. Estes são líderes democráticos. Os líderes democráticos ouvem o povo e procuram que este acredite neles e os siga, não promovem um seguidismo cego ou mesmo despido de cor, brilho ou ideal.
Os líderes democráticos esperam que, se for caso disso, o povo lhes diga que "o rei vai nu", (!) e que eles possam refutar dizendo e descrevendo as suas pomposas vestes.
Ao contrário destas grandes figuras internacionais, que "novo" homem é este, tão perfeito, que se alguém lhe disser que "vai nu" ninguém consegue sequer imaginar como vai descrever as suas vestes.
As vestes são claras autoritarismo e arrogância de quem não quer discutir com o povo. O lobo vestido de cordeiro!
Professor Cavaco Silva, por uma vez, mostre-se para que todos o possam ver!"
Jamila Madeira in JN 19/10/2005
20.10.05
Elementar caro Anibal
3.10.05
A JS sem medo !

JS lança livro negro sobre Isaltino
O «Livro Negro do Verbo Isaltinar», apresentado pela Juventude Socialista de Oeiras, frente ao edifício dos Paços do Concelho de Oeiras, pretende, segundo estes jovens socialistas, «impedir qualquer branqueamento da história, muitas vezes possível através da propaganda populista, reunindo um conjunto de notícias, que são do conhecimento público». Estas notícias foram publicadas em diversos jornais e são, segundo a JS, «relativas a situações pouco transparentes protagonizadas pelo ex-Presidente da Câmara Municipal de Oeiras e actual candidato independente».
24.9.05
Apenas uma pergunta
Eu que de politicas sei pouco, vejo aqui muita politiquice!
23.9.05
“Pedro Santana Lopes vai passar a receber já a partir do mês de Outubro uma pensão da Caixa Geral de Aposentações no valor de 3 178,47 euros por mês como presidente de câmara. Aos 49 anos, o ex-líder do PSD vai assim beneficiar do regime especial de reforma, que permite que alguém que exerça funções no poder local, possa aposentar-se com 30 anos de descontos, independentemente da idade.
No entanto, o tempo de serviço dos presidentes de câmara, pela lei actual, segundo explicou ao CM Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios, conta a dobrar a partir do sexto ano de mandato. Sendo assim, feitas as contas, Santana Lopes tem cerca de 14 anos de exercício de poder local.” in Correio da Manhã
9.9.05
Logo de uma boa iniciativa que visa uma maior facilidade para que os jovens adiram à J.S., poderemos, com os actuais dirigentes, passar para um instrumento de poder em época eleitoral ao qual só eles poderão ter acesso.
Quem me garante que as listagens enviadas para as concelhias e federações já incluem os militantes inscritos pela internet??









